SEGURANÇA

Como o Prumio protege seus dados.

Antes de conectar seu banco, confira exatamente quais dados o Prumio acessa, onde eles ficam e o que o app não consegue fazer.

ÚLTIMA REVISÃO · 12/08/2026
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O Prumio nunca vê a senha do seu banco

A autorização acontece dentro do ambiente da sua instituição — no app ou no site dela, onde você já entra normalmente. O Prumio não pede, não recebe e não guarda a senha do seu banco em momento nenhum. É exatamente a diferença entre o Open Finance e os agregadores da década passada, que pediam sua senha para entrar no seu lugar.

O Prumio também não tem senha própria: o acesso à sua conta é por código enviado ao seu e-mail ou pela sua conta Google, através do Clerk, nosso operador de autenticação. Não existe uma tabela de senhas no Prumio — nem para vazar, nem para alguém de dentro consultar.

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Leitura, e só — não existe código de pagamento

O Prumio pede acesso de leitura aos dados necessários para mostrar contas, saldos, cartões, faturas e transações.

A integração do produto não oferece Pix, pagamentos ou transferências. Isso qualifica a conexão do Prumio; o ecossistema Open Finance também contempla serviços de pagamento em outros produtos.

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O consentimento é seu, com prazo e com saída

Quem autoriza é você, na sua instituição, com escopo e prazo definidos na própria tela de autorização. A conectividade é operada por empresas especializadas que o Prumio contrata como operadoras — todas nomeadas no item 5 da Política de Privacidade.

Ao desconectar, o Prumio apaga a conexão e os dados importados por ela. Também pede ao operador que revogue o acesso; se a confirmação não vier naquele momento, a pendência fica registrada para uma nova tentativa automática. Você pode cancelar o consentimento diretamente no app ou internet banking das instituições envolvidas.

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O que acontece com os dados no banco

Todo o tráfego é protegido por TLS. Além disso, os detalhes de cada transação — valor, descrição, estabelecimento e metadados de pagamento — são criptografados pela aplicação com AES-256-GCM antes de chegarem ao banco de dados. As colunas em texto claro são apagadas na gravação: o conteúdo passa a existir apenas cifrado.

Cada bloco cifrado é amarrado à identidade da linha a que pertence. Um trecho não pode ser transplantado para o registro de outra pessoa: a verificação falha.

Para iniciar a conexão, o CPF é enviado ao operador que localiza sua relação bancária. O banco de dados do Prumio não guarda o CPF em texto legível: persiste apenas uma assinatura de mão única (HMAC-SHA256), calculada com um segredo do servidor que não fica no banco. Ela serve para reconhecer uma conexão repetida, e para mais nada.

Busca e deduplicação usam índices cegos, com chave separada da chave de criptografia — o banco consegue casar registros equivalentes sem nunca conter o texto original.

As chaves de criptografia vivem fora do banco de dados, são versionadas e podem ser rotacionadas sem tornar o histórico ilegível. Em produção, o serviço se recusa a subir sem elas. O acesso interno de administração é restrito por uma lista explícita de pessoas e não alcança dados financeiros decifrados.

No celular, o cache local fica num banco criptografado cuja chave vive no enclave seguro do aparelho (Keychain no iOS, Keystore no Android), separado por usuário e apagado quando você sai. O token da sua sessão fica só nesse enclave, nunca no armazenamento comum.

A promessa exata

Acesso ao banco de dados, sozinho, não revela valores, descrições, estabelecimentos nem o seu CPF.

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Onde seus dados moram — e o que sai do país

Seus dados financeiros ficam no Brasil. O banco de dados, os servidores da API e o site rodam em São Paulo. Transações, saldos e faturas não saem do país.

O que atravessa a fronteira é outra coisa, e vale dizer com clareza: métricas de uso do produto — qual tela abriu, se um botão funcionou — enviadas de forma pseudonimizada ao PostHog, nos Estados Unidos, sob contrato de tratamento de dados assinado. Esse fluxo não carrega valores financeiros nem dados que identifiquem você diretamente.

Não gravamos a sua tela. A gravação de sessão está desligada em todo o Prumio — no app, no celular, neste site e no painel interno. Também não usamos captura automática de cliques, que registraria o texto do que está na sua tela. E o site não instala nenhum cookie de publicidade.

Seus dados não são o produto. O Prumio é pago por você, não por anunciantes. Nunca vendemos dados, nunca exibimos publicidade de terceiros e nunca usamos as suas finanças para te oferecer crédito.

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Você pode exportar ou apagar seus dados pelo app

"Baixar meus dados" gera, na hora, um arquivo aberto com os seus dados — sem intermediário e sem espera.

"Apagar minha conta" revoga o consentimento na instituição, apaga os seus dados e remove a sua identidade de acesso. Não fica cópia, além do que a lei obriga a guardar (registros de acesso por 6 meses, pelo Marco Civil, e documentos fiscais pelos prazos legais). A política declara o prazo máximo de 30 dias.

Os dois botões existem no app e no celular. Os demais direitos da LGPD — correção, portabilidade, informação sobre compartilhamentos — pelo canal do encarregado, com resposta em até 15 dias.

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O que não prometemos

Não dizemos "criptografia de ponta a ponta" nem "nem nós vemos seus dados". Não seria verdade, e o motivo é estrutural: o Prumio recebe os seus dados da instituição em texto claro — é assim que o Open Finance funciona — e precisa lê-los para categorizar, conciliar, projetar o seu mês e te avisar de uma renovação antes que ela aconteça. Um serviço ligado ao Open Finance que promete não conseguir ler os seus dados está descrevendo outro produto.

Não dizemos "segurança de nível bancário". A expressão soa forte e não significa nada que você possa verificar.

Não temos certificação ISO 27001 nem SOC 2. São auditorias caras, que fazem sentido num estágio de receita que ainda não é o nosso. Quando tivermos, estará nesta página, com o número do certificado.

E não dizemos que nada vai dar errado. Se houver um incidente de segurança com risco relevante, avisamos você e a ANPD, como manda o art. 48 da LGPD.

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Achou uma falha?

Se você encontrou uma vulnerabilidade no Prumio, a gente quer saber antes de qualquer outra pessoa. Descreva o que encontrou e como reproduzir, e escreva para o endereço abaixo.

Pedimos duas coisas em troca: não acesse, altere nem exponha dados de outra pessoa, e nos dê tempo de corrigir antes de tornar público. Respondemos todo relato — inclusive os que acabam não sendo vulnerabilidade.

Se você seguir o que pedimos acima, tratamos a sua pesquisa como autorizada e não tomamos medidas legais contra você. Trabalhamos junto até a correção e, se você quiser, creditamos você publicamente quando ela sair.

Escreva para seguranca@prum.io

O mesmo canal está declarado em /.well-known/security.txt (RFC 9116).

Onde isto está escrito com todas as letras

Esta página descreve a prática. Os documentos que a vinculam juridicamente são a política de privacidade e os termos de uso — e, em caso de divergência entre esta página e eles, valem eles.

Dúvida sobre dados pessoais? Fale com o nosso encarregado: privacidade@prum.io

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